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Itinerância B de Bananal por Marinilda Boulay

Mostra presencial e on-line da artista socorrense Marinilda Boulay a B de Bananal tem obras autorais e de mais de 50 artistas convidados de todo o Brasil e da Europa; trabalho feito durante a pandemia faz reflexão sobre a preservação da natureza e dos territórios indígenas. A itinerância da exposição B de Bananal em formato que podemos chamar de « Galeria viva »  traz as obras de arte da artista e de seus convidados impressas em cetim, e percorre ao ar livre 4 bairros da cidade de Socorro em coordenação com a Rede dos Sonhos. A  ‘Itinerância B de Bananal por Marinilda Boulay’ estará no « Museu do Sol » em Penápolis-SP, de 7 de outubro a 07 de novembro de 2021. 

Abaixo temos a exposição B de Bananal on line, a partir de seu projeto expográfico  realizado para o Museu Municipal de Socorro-SP,  cuja exposição física ficou aberta à visitação entre 22 de de setembro e 14 de novembro 2020.

Aqui abaixo temos a exposição on line “Benzedeiras, tradição milenar de cura pela fé”, a partir do projeto expográfico realizado para o Museu Municipal de Socoro-SP. Exposição física aberta para visitação entre os dias 13 de outubro e 14 de novembro 2020.

« As Benzedeiras, tradição milenar de cura pela fé »

Com curadoria de Marinilda Boulay participam dessa mostra artistas de todo Brasil,  com pinturas, esculturas, fotografias, bordados. Esse projeto foi contemplado com o ProAC editais 2019 do Governo do Estado de São Paulo, através de sua Secretaria da Cultural e Economia Criativa. 

« B de Bananal »

A  “B de Bananal” foi premiada pelo ProAC Municípios, para a sua realização em 2020,  e agora  para sua itinerância foi contemplada com uma segunda premiação pelo  Edital Proac Expresso Lei Aldir Blanc através do Governo do Estado de São Paulo, sua Secretaria da Cultura e Economia criativa  e o Governo Federal.  Exposição física e on line “B de Bananal”,  apresenta a produção da artista visual  Marinilda Boulay, que exibe toda a sua versatilidade, com a alegria e a simplicidade das cores e traços, assim como a fruta protagonista, para propor uma reflexão sobre a preservação do meio ambiente, e das comunidades indígenas.